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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Mais árvores menos carros.



A Plataforma em Defesa das Árvores congratula a CML pelas propostas de reposição e reforço de arvoredo condigno no eixo Av. Fontes Pereira de Melo/ Saldanha/ Av. da Républica, contempladas no projecto de requalificação do Saldanha e Picoas ao abrigo do programa "Uma Praça em Cada Bairro".


Gostaríamos, contudo, de ser esclarecidos quanto do número exacto de árvores a serem plantadas/substituídas, e das espécies de árvores que vão ser utilizadas, mormente na Praça Duque de Saldanha, onde é imperioso que se proceda à preservação das magníficas tipuanas ali existentes - que há muito merecem ser classificadas de Interesse Municipal -, promovendo igualmente a plantação de mais árvores desta espécie na restante praça.


Aguardamos esclarecimento.

Debate-sessão de esclarecimento GEOTA sobre "mitos das árvores em espaço público". A/C da CML, portanto:


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Mais abates ilegais à vontade do freguês

Dez choupos (Populus nigra) saudáveis vão se abatidos numa rua da Freguesia de Benfica, ao que tudo indica a pedido do clube de Futebol Benfica porque as raízes destas árvores danificam o muro e o piso sintético do campo de futebol nº2!!
O enquadramento no despacho 60/P/2012 (em vigor na CML) obviamente não existe neste caso porque o referido despacho é claro ao estabelecer que "o abate de árvores pode resultar de necessidade fitossanitária ou risco grave para a segurança por falta de resistência mecânica, determinadas por técnico competente" e por isso nesta autorização de abate a CML sacode a água do capote, como já tem feito tantas vezes, para cima da Junta de Freguesia responsável pela manutenção das referidas árvores. Mas paradoxalmente é ela (CML) que recorrendo a outsoursing vai proceder ao abate e foi também a mesma câmara que autorizou o abate (ilegalmente). Em que ficamos?
E já agora substituição por outra espécie... Qual?

Vandalismo, sim, mas também incúria



quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Plataforma pronta para entrar em acção



Caso as autarquias responsáveis continuem a não tomar nenhum tipo de medidas para evitar a  perigosa decadência e destruição a que diariamente se assiste no Jardim de Santos. A Plataforma em Defesa Das Árvores manifesta a sua disponibilidade para, candidatando-se a programas europeus de apoio a projectos ambientais, avançar com plano de acção de melhoria dos espaços verdes e da qualidade de vida no emblemático eixo lisboeta Francesinhas / D. Carlos I / Jardim de Santos.
Nesse sentido foi enviada hoje esta carta às entidades responsáveis.


quinta-feira, 13 de agosto de 2015

F-I-N-A-L-M-E-N-T-E mas já com uma falha incompreensível e inaceitável


Saiu ontem, 12 de Agosto, o edital da Consulta Pública sobre o Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa, FINALMENTE, pois estava anunciado para dia 1. No entanto há já um facto a lamentar e a protestar:

O anúncio sai com 11 dias de atraso mas o prazo limite para participação pública mantém-se a 30 de Setembro. Porquê?

Aqui fica o link para a documentação: http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/consulta-publica-regulamento-do-arvoredo