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terça-feira, 17 de novembro de 2015

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

A "enorme árvore" protectora e didáctica em oposição à "árvore perigo" dos nossso autarcas mais ignorantes


O nosso rés do chão será permeável e transparente. Pensámos em elevá-lo do terreno para que a cidade possa entrar, para que o edifício se torne um local de intercâmbio e ligação ao bairro. O jardim será ao centro, terá uma enorme árvore sob a qual haverá um auditório onde terão lugar as palestras, as salas e os laboratórios, os espaços onde os alunos se encontrarão com as associações e com os habitantes da zona. A escola nasce em torno da árvore que é também metáfora da vida: no outono mudam as cores das folhas que acabarão por cair, deixando passar a luz, em cada primavera assiste-se ao rito da renovação. Com a folhagem de um plátano ou de um castanheiro que renasce e protege dos raios de sol. Os seus ramos acolherão as aves que procuram uma natureza que os proteja. Olhar para uma árvore reserva surpresas, nunca é igual ao que vimos no dia anterior.

Trecho do texto de renzo Piano “A Escola que farei”


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Estas árvores da Dq. Ávila e Rovisco Pais vão ser abatidas?


Espera-se que a tão aguardada obra de repavimentação e reconfiguração do espaço público entre a Estefânia e a Manuel da Maia poupe todas as árvores que ali existem hoje, tal como a CML poupou na 1ª fase da empreitada, na Duque d'Ávila, entre a Sá da Bandeira e a Estefânia.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Lamentamos...


Lamentamos a insensibilidade com que fomos recebidos pela pela 4ª Comissão Municipal Permanente de Ambiente e Qualidade de Vida (AML). 

Lamentamos que a maioria dos presidentes de juntas de freguesia  presentes na reunião, face ao silêncio conivente dos restantes membros da Comissão, contra-argumentassem  com os exemplos mais esdrúxulos e de cariz predominantemente político na defesa dos seus próprios interesses.

Lamentamos a forma como a maioria dos membros daquela comissão esqueceram rapidamente o que a Plataforma levou a debate. A Àrvore, na sua essência, e na forma como todos envolvidos poderíamos ganhar trabalhando conjuntamente e partilhando conhecimentos e experiências para fazer de Lisboa uma cidade melhor. 

Lamentamos a forma como a discussão foi levada para o campo da árvore-perigo ou da árvore-danosa, que atenta contra os veículos, contra veículos caros, contra as pessoas e suas alergias, contra casas mal ensolaradas, contra o sobre trabalho dos funcionários que têm de limpar as folhas, os ramos partidos. Lamentamos não ter ouvido nem uma objecção positiva relativamente à árvore em meio urbano. 

Lamentamos o mau serviço público.

Porque defender árvores também é defender as pessoas!



domingo, 25 de outubro de 2015

Vem aí esplanada e projecto paisagístico, é?


Espero que a operação de abate da semana passada no passeio Sudeste do Jardim das Amoreiras não sirva de “via verde” para a abertura de mais esplanadas no Jardim ou de algum projecto de arquitectura paisagística em carteira... (foto: O Corvo)

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Pobre Lisboa



É muito, muito grave o que se está a passar no Jardim das Amoreiras, aquele que era um dos últimos refúgios para árvores na cidade de Lisboa, a alegada queda de um ramo não pode justificar o abate de árvores centenárias sem que se apresentem quaisquer justificações ou avisos e muito menos ser pretexto para que se abatam mais... Sinto uma tristeza imensa em viver numa cidade que nada faz para evitar crimes ambientais destes, e lamento que os moradores daquele jardim permitam atrocidades destas. São afinal eles também responsáveis pelo que se está a passar

sábado, 17 de outubro de 2015

A Poda - Lição nº 1

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A recente participação numa reunião com alguns dos responsáveis autárquicos pelas árvores de Lisboa, fez-nos perceber que temos de começar pelas bases. Não se consegue apelar à sensibilidade, ao bom senso, à consciência ambiental, à defesa da vida, ao valor do património... Enquanto não estiverem bem interiorizadas lições tão simples e importantes como esta aqui ilustrada. Faz muita falta uma cadeira de botânica nos nossos currículos escolares.