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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Somos Árvores


Miguel Sepúlveda Velloso
Plataforma em defesa das árvores  
‘Um Ano a Defender Árvores’
José Sá Fernandes
Vereador responsável pelos espaços verdes da CML
‘A Gestão do Arvoredo em Lisboa’
António Bagão Felix
Economista, professor catedrático convidado na Universidade Lusíada, 
presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, entre muitos cargos. 
É botânico amador e autor do livro “Trinta árvores em discurso directo”
 ‘Árvores de Lisboa Estética e Ética’
Susana Neves
Escritora, fotógrafa e investigadora de etnobotânica, 
autora do livro “Histórias que Fugiram das Árvores - Um Arboretum Português”
‘A Subtil Sabedoria das Árvores, 
passagem do paradigma da árvore objeto ao paradigma da árvore sujeito’
Carlos Souto Cruz
Engenheiro silvicultor, foi chefe da divisão de matas da CML e professor na Universidade de Évora. 
É o autor do Plano Florestal de Lisboa de 2010 e de 2015 
e foi um dos responsáveis pelo Plano de Ordenamento e Revitalização de Monsanto
‘A Biodiversidade na Cidade de Lisboa’
Ana Luísa Soares 
Sónia Talhé Azambuja
Arquitectas paisagistas, docentes do Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, investigadoras do Centro de Ecologia Aplicada “Prof. Baeta Neves, 
membros da equipa de investigação do projecto 
“LX GARDENS - Jardins e Parques Históricos de Lisboa: estudo e inventário do património paisagístico.”
‘Árvores, Jardins e Parques Históricos de Lisboa’
Raquel Pires Lopes
Doutoranda em biologia, com especialização na área da comunicação 
e divulgação biológicas, pela Universidade de Aveiro. 
Projecto de investigação: “Árvores Monumentais de Portugal - da compreensão pública a uma literacia científica”
 ‘Árvores monumentais,
uma memória viva’
Rui Tujeira
Eng. florestal, especialista em fitossanidade, poda de árvores e arbustos ornamentais, 
inventariação do arvoredo urbano e avaliação de estabilidade biomecânica.
‘A arboricultura em espaço urbano, boas e más práticas’
Rui Pedro Lérias
Ecólogo
Pelo Meio das Árvores - Passeio guiado, Parque Eduardo VII, Av. da Liberdade, Praça da Alegria
 (Ponto de encontro, alto do Parque Eduardo VII, bandeira, 15:00h.)

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Mais um choupo condenado à morte pelas piores razões



Vale mais reparar ou mesmo substituir o colector de saneamento - que provavelmente até já está obsoleto - do que abater uma árvore desta importância.

terça-feira, 5 de abril de 2016

Será razoável?

 Há pouco tempo foi abatida uma monumental e saudável Tipuana na Rua Rosa Araújo porque danificava a calçada.
Rua Rosa Araújo . Lisboa

 em Alvalade acaba de ser condenado à morte um Choupo Adulto, cheio de vigor e saúde por, alegadamente, estar em conflito com as canalizações de um cabeleireiro... 


Alvalade . Lisboa

Noutros países, em que a defesa das árvores é oficialmente levada a sério, é explicado aos cidadãos que não se abatem as árvores quando as canalizações estão danificadas, simplesmente reparam-se as canalizações; não se abatem árvores porque elas danificaram uma calçada, simplesmente repara-se a calçada. 

Do site oficial da NYC Parks (organismo público responsável pelas árvores de Nova Iorque

quinta-feira, 31 de março de 2016

Em Maio, as árvores de Lisboa vão dar que falar.


Rolagens em Lisboa?

Sete Rios . Lisboa
No (projecto para) regulamento municipal do arvoredo de Lisboa, há um ponto em relação ao qual ninguém - que conheça, goste e se preocupe com as árvores - pode ficar indiferente e deixar de aplaudir. No Artigo 9º, g) "É proibido efectuar rolagem de árvore, em quaisquer circunstâncias".

Mas...Qual foi a parte que não perceberam?

E, já agora, por onde é que anda esse famoso Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa, que apesar de já ter estado em consulta pública e posteriormente ter sido aprovado na CML ainda não foi formalmente aprovado pela AML e publicado em boletim municipal? Continuamos a brincar aos arboricultores de fim de semana?