quinta-feira, 2 de junho de 2022
segunda-feira, 28 de março de 2022
Gestão do arvoredo a despachar
O Departamento de Marca e Comunicação da Câmara Municipal de Lisboa enviou hoje um comunicado à imprensa pedindo a divulgação de um despacho assinado pelo vereador responsável pelo arvoredo de Lisboa, Eng. Ângelo Pereira. Este comunicado e o referido despacho provoca-nos alguma perplexidade pelo que não podemos deixar de os comentar.
Antes de mais lembramos que vigoram na CML dois despachos presidenciais relativamente ao assunto “remoção de árvores”. São eles despacho 60/P/2012 ( assinado por António Costa ), e o mais recente despacho nº95/P/2016 (de Fernando Medina), esperamos que o não envolvimento da actual presidência num assunto desta importância não seja reflexo de um desinteresse do actual executivo.
No referido comunicado é sugerido destacar a frase “ POR CADA ÁRVORE ABATIDA, LISBOA PLANTA DUAS NOVAS” dando a entender que este compromisso da câmara é sinal de evolução, quando na verdade o sinal que a câmara nos transmite com esta frase é precisamente o contrário uma vez que o próprio regime jurídico de gestão do arvoredo urbano, a lei 59/2021, vai um bocado mais longe quando estabelece a obrigatoriedade de medidas de compensação pelo abate de árvores no seu artigo 17º, especificando mesmo no ponto 3 que “ em caso de abate, é obrigatória a reposição do arvoredo que garanta a duplicação do nível de sequestro de CO2, preferencialmente recorrendo a árvores nativas do concelho, num raio não superior a 10km.”. Se é verdade que o texto da lei levanta algumas dúvidas quanto à forma como se poderá avaliar “ o nível de sequestro de CO2” de uma árvore que foi ou será abatida, é também evidente que a interpretação da câmara é simplista e desonesta. Afirmar que uma arvore adulta será substituída por duas novas árvores não faz sentido nenhum e fazer um despacho para o apregoar é no mínimo bizarro.
terça-feira, 8 de março de 2022
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
Mensagem enviada ao Presidente da CML sobre o aviso de abate de 8 Lódãos de grande porte no Miradouro de São Pedro de Alcântara
Exmo.Sr.Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas
sábado, 31 de julho de 2021
Massacre no largo de São Domingos
Fomos surpreendidos com a violenta amputação de uma das mais bonitas e simbólicas árvores de Lisboa sem nenhum tipo de esclarecimento público ou justificação. Hà poucos dias fomos alertados para o que pareciam ser alguns troncos danificados na Oliveira do Largo de São Domingos, enviámos imediatamente um pedido de esclarecimento à junta de freguesia de Santa Maria Maior, entidade responsável pelas árvores nesta zona , não tivemos nenhuma resposta mas entretanto toda a copa da árvore foi destruída. Este tipo de intervenção é ilegal em Lisboa por isso esta poda é um crime que não pode ficar impune nem deixar os lisboetas indiferentes.
segunda-feira, 26 de abril de 2021
Como proceder em caso de abate ou poda drástica II
A nossa amiga Ana Cristina Figueiredo, que é jurista, ambientalista e que ama as árvores, fez-nos chegar este útil documento, informando como proceder em caso de abate ou poda drástica de árvores em espaço público, incluíndo informação sobre artigos na lei que podem ser úteis nestes casos.
segunda-feira, 19 de abril de 2021
Ainda se abatem árvores monumentais?

Vimos então por este meio pedir a V. Exas. que reconsiderem e não abatam este belíssimo exemplar, ainda para mais em época de nidificação e à revelia da vontade dos moradores.









